FOCO NA JUVENTUDE
terça-feira, 30 de novembro de 2021
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
APRENDIZAGEM NA PANDEMIA. LEARNING IN THE PANDEMIC.Por Isabella Roberti Spinelli. Prof. orientadora: BRUNA ZOTELLI MOURÃO
OS DESAFIOS DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. THE CHALLENGES OF PREGNANCY IN ADOLESCENCE. Por: Julia Dias Adilson; Maria Eduarda Pistori; Gustavo Bastos. Professora orientadora: BRUNA ZOTELLI MOURÃO
“Então, engravidei no final de 2019 e estava com 15 anos, [...] não acreditava que seria possível pois sempre me preveni, não pela gravidez e sim por doenças. ”
“
Estamos em 2021 e mesmo com a evolução tecnológica e a facilidade de acesso a conteúdo instrutivos, ainda é recorrente os casos de gestação na adolescência.
Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA): "das 7,3 milhões de meninas e jovens grávidas no mundo, 2 milhões tem menos de 14 anos. Essas jovens? s apresentam várias consequências na saúde, educação, emprego, nos seus direitos e na autonomia na fase adulta ao terem filhos tão cedo.4,5 As taxas de morbimortalidade são elevadas e chegam a 70 mil mortes de adolescentes por problemas na gravidez ou no parto."
Entre as hipóteses para tal fato é a ausência de orientação dos pais e da Escola. Os pais deveriam ser um livro aberto com seus filhos sobre esses assuntos, devem ensinar os meninos a sempre levar preservativo e as meninas a nunca fazer algum ato sexual sem preservativo, pois 90% das meninas engravidam por que o parceiro disse que não ia acontecer nada ou dizem "vou tirar antes". As escolas deveriam ter matéria sobre educação sexual, estamos no século XXI e esse assunto ainda parece ser tabu pra sociedade, muitos adultos sem informação dizem que "vai acabar influenciando nossos filhos a fazerem" ou acham que vão falar sobre sexo e não ensinar a como nos cuidar. As mães deveriam levar suas filhas sempre no ginecologista e ser mais abertas sobre o assunto para que nós, adolescentes, nos sentimos bem e confortável para falar sobre.
Aqui um relato sobre uma jovem de 17 anos que engravidou:
´´Então, engravidei no final de 2019 e estava com 15 anos, em dezembro eu fiquei desconfiada, fiz um teste e deu positivo. Eu não acreditava que seria possível pois sempre me preveni, não pela gravidez e sim por doenças. No começo do ano de 2020 fiz um outro teste e deu negativo, coloquei na minha cabeça que era uma gravidez psicológica até porque não senti nenhum sintoma. Em maio de 2020, senti dores terríveis e parei no hospital, onde nos exames de sangue detectou a gravidez minha mãe estava comigo e ninguém ficou em estado de choque..
Não tive muito tempo pois já estava com 32 semanas, foi uma mistura louca de sentimentos e não queria aceitar pois tinha objetivos futuros, eu fiquei muito pensativa sobre ter um filho jovem e pensava também sobre dar conta ou não. Minha "família" me criticou e me julgou muito, exceção de alguns principalmente minha mãe que me ajudou MUITO. Já o pai, no começo nunca esteve presente na vida do bebê, começou a pagar pensão depois dos 6 meses de vida porque tivemos que acionar a justiça! Hoje, é pai de "status" porque ajudar e ser presente não é. Em questão dos meus estudos, eu agradeci MUITO a pandemia pois, de um lado me ajudou e mesmo assim não foi nem um pouco fácil.
Nos dias de hoje continua não sendo fácil mas é como diz o velho ditado, Deus não nos dá um fardo em que não possamos carregar, se não fosse minha mãe e alguns amigos, eu realmente não saberia o que seria de mim e do meu filho.
Para mim, ele é uma benção e me ensinou bastante coisa, e o que eu sabia sobre amor não era o bastante. ” (Anônima, 17)
A gravidez na adolescência pode acabar prejudicando muitas meninas atrasando os estudos. Em muitas das vezes os pais não apoiam e o namorado a abandona, fazendo com que assim a menina tenha que se virar sozinha e até chegando na possibilidade de abortar pois não possuem nenhum apoio.
Pais e mães orientem os filhos de vocês em casa, ensinem e expliquem tudo, pois em algum momento, eles iram precisar desses conselhos e irão utilizá-lo para sua própria segurança e informação.
Para saber mais sobre o assunto: https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2019/02/educacao-sexual-e-fundamental-para-evitar-gravidez-na-adolescencia
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Orientação : professora Bruna Zotelli Mourão
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English version :
“So, I got pregnant at the end of 2019 and I was 15 years old, [...] I didn't believe it would be possible because I always prevented myself, not because of pregnancy but because of illnesses. ”
We are in 2021 and even with technological evolution and the ease of access to instructional content, cases of teenage pregnancy are still recurrent.
According to the United Nations Population Fund (UNFPA): "Of the 7.3 million pregnant girls and young people in the world, 2 million are under the age of 14. These young people have various consequences on health, education, employment, on their rights and autonomy in adulthood when having children so early.4,5 Morbimortality rates are high and reach 70,000 adolescent deaths due to problems in pregnancy or childbirth."
Among the hypotheses for this fact is the absence of guidance from parents and the School. Parents should have an open book with their children on these issues, they should teach boys to always wear a condom and girls never have sex without a condom, as 90% of girls get pregnant because their partner said nothing would happen or say "I'll take it off first". Schools should have subjects about sex education, we are in the 21st century and this subject still seems to be taboo for society, many adults without information say that "it will end up influencing our children to do it" or they think they will talk about sex and not teach how take care of us. Mothers should always take their daughters to the gynecologist and be more open about the subject so that we teenagers feel good and comfortable to talk about.
Here is an account of a 17-year-old girl who became pregnant:
“So, I got pregnant at the end of 2019 and I was 15 years old, in December I got suspicious, I took a test and it was positive. I didn't believe it would be possible because I've always been on the safe side, not because of pregnancy but because of illnesses. At the beginning of 2020 I did another test and it was negative, I put in my head that it was a psychological pregnancy because I didn't feel any symptoms. In May 2020, I felt terrible pain and stopped at the hospital, where blood tests detected the pregnancy. My mother was with me and no one was in shock..."
I didn't have much time because I was 32 weeks already, it was a crazy mix of feelings and I didn't want to accept it because I had future goals, I was very thoughtful about having a young child and I was also thinking about doing it or not. My "family" criticized me and judged me a lot, except for a few, especially my mother who helped me A LOT. The father, in the beginning was never present in the baby's life, started to pay child support after 6 months of life because we had to go to court! Today, he is the father of "status" because helping and being present is not. In terms of my studies, I was VERY grateful for the pandemic because, on the one hand, it helped me and even so it was not easy at all.
These days it's still not easy but it's like the old saying goes, God doesn't give us a burden we can't carry, if it weren't for my mom and some friends I really wouldn't know what would become of me and my son .
To me, he's a blessing and he taught me a lot, and what I knew about love wasn't enough. ” (Anonymous, 17)
Teenage pregnancy can end up harming many girls by delaying their studies. Many times the parents are not supportive and the boyfriend leaves her, causing the girl to have to fend for herself and even reaching the possibility of an abortion as they have no support.
Fathers and mothers guide your children at home, teach and explain everything, for at some point, they will need this advice and will use it for their own safety and information.
To learn more about the subject: https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2019/02/educacao-sexual-e-fundamental-para-evitar-gravidez-na -adolescência
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Teacher Bruna Zotelli Mourão
terça-feira, 29 de junho de 2021
Identifique-se
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Revista Digital
Identidade Cultural
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos dos itinerários formativos: IF 1A e IF 1B
Professora: Tânia Queiroz
A Unidade Curricular I trabalha o tema: Eu sou Pós-Moderno e você?
A unidade tem como proposta investigar e refletir sobre o que é identidade, como essa se foram e o impacto da globalização na identidade cultural do povo brasileiro, tomando como base o livro A identidade cultural na Pós-modernidade de Stuart Hall. Objetivando analisar a origem, nacionalidade, contexto histórico e social, foi feito uma breve apresentação sobre a identidade dos nossos alunos.
quinta-feira, 24 de junho de 2021
Navio negreiro
Produzido por Vitor Neres e do Lucas Visconini, Felipe Nascimento e Jaemerson
Professora responsável Aparecida Roubert
quarta-feira, 23 de junho de 2021
A Peste do Corona
Pandemias, com
certeza, não são novidades para a população mundial. Um exemplo disso é a
pandemia mais devastadora da história humana, a Peste Negra, que matou de 75 a
200 milhões de pessoas. Atualmente, de acordo com a Wikipédia, o corona vírus
já atingiu a marca de 3 milhões de mortes. Então, o que devemos fazer para
impedir que vivamos uma “segunda Peste Negra”?
Primeiramente, vamos
pontuar uma enorme diferença entre o início do século XX e a atualidade: a
comunicação. Antigamente, demoravam meses para uma informação chegar ao
determinado destino porque as cartas eram levadas por navios, mas hoje em dia
uma informação pode chegar a todos os lados do mundo em questão de um segundo,
por meio da internet. Desse modo, as nações estão em constante comunicação para
descobrirem medidas de como evitar e combater o corona vírus.
As principais medidas
tomadas que se tem comprovação da OMS (Organização Mundial de Saúde) e que
funcionam contra o corona vírus são: evitar aglomerações, sair somente quando
necessário, usar máscara, manter um distanciamento de no mínimo 1,5 metros,
evitar o toque excessivo no rosto, lavar as mãos constantemente (mas se não
tiver água ou sabão por perto usar álcool em gel) e não compartilhar objetos
pessoais, como garrafas ou copos.
Portanto, com a ajuda
das tecnologias de comunicação e laboratórios podemos conter esse vírus de uma
forma muito mais rápida e com medidas verdadeiramente efetivas. Mas nós não
podemos esquecer que a população tem o papel principal para conter a
disseminação do Covid-19. Nós é que devemos respeitar as normas estabelecidas
pela OMS para garantir uma vitória diante desta desastrosa pandemia.
Débora de Brito Mateus, aluna do 2° ano B do Colégio Jomap.
Professora responsável Aparecida Roubert
segunda-feira, 21 de junho de 2021
RAISA APARECIDA MOREIRA ARRAIS
- LICENCIADA EM LETRAS/LITERATURA.
- PROFESSORA DE LÍNGUA PORTUGUESA, UNIDADE CURRICULAR (ELETIVA), UNIDADE CURRICULAR I(PORTUGUÊS), PROJETO DE VIDA E PESQUISA E AUTORIA.
-ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOÃO MAGIANO PINTO/ ESCOLA ESTADUAL JOÃO PONCE DE ARRUDA
RESPONSÁVEL PELO BLOG
“Sabe o que eu quero de verdade? Jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma. Porque sem ela não poderia sentir a mim mesma...”
Clarice Lispector
quinta-feira, 17 de junho de 2021
"Violência contra a mulher não tem desculpa" É preciso indignar-se! No Brasil, são tantos casos de violência contra a mulher que já passou da hora de dar um sonoro CHEGA! Começa com a violência psicóloga, um grito, uma intimidação e evolui para a agressão física, culminando, em muitos casos, em feminicídio. É hora de acordar, de falar, gritar e até de tocar trombeta na praça, se preciso for. É hora de entender que AMOR NÃO DÓI!
Professora responsável Aparecida Roubert
Tânia de Queiroz
Eu sou Tânia de Queiroz, graduei-me em Letras com habilitação nas áreas de Língua Portuguesa e Literatura. Fiz pós-graduação em Literatura. Sou professora do Ensino Médio na Rede Estadual de Ensino. Falei da Tânia profissional, mas antes de tudo sou mulher, mãe e filha. Como qualquer pessoa, tenho sonhos, adoro surpresas, choro ouvindo música, vendo fotos, assistindo filmes, já tive vontade de fugir, já senti o coração disparar, já ouvi NÃOS, arrisquei, perdi, senti raiva, encontrei a fé, tenho esperanças e são elas que conduzem meus sonhos e desejos, tanto pessoais quanto profissionais. Quero ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia e dignidade, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO curta para ser insignificante!!!!!!
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Aparecida Maria da Silva Roubert
Responsável pelo Blog
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Identifique-se Identifique-se Revista Digital Identidade Cultural Trabalhos desenvolvidos pelos alunos dos itinerários formativos: IF 1A e ...
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- LICENCIADA EM LETRAS/LITERATURA. - PROFESSORA DE LÍNGUA PORTUGUESA, UNIDADE CURRICULAR (ELETIVA), UNIDADE CURRICULAR I(PORTUGUÊS), PROJE...





